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INTERPRETAÇÃO TEATRAL

TEATRO I || << VOLTAR

OFICINA NÍVEL II
Nesta oficina propõe-se aos participantes a passagem por um processo criativo teatral, desde o primeiro dia de ensaios até ao dia da estreia e consequente carreira. Mais...

Nesta oficina propõe-se aos participantes a passagem por um processo criativo teatral, desde o primeiro dia de ensaios até ao dia da estreia e consequente carreira. Ou seja, propõe-se a experimentação das várias fases de preparação de um espectáculo, desde a escolha dos conteúdos, a análise dramatúrgica, a construção da(s) personagem(s) e o desenvolvimento destes elementos em sinergia com outros elementos para a construção de um espectáculo, como a cenografia, os adereços, os figurinos, a luz ou o som. 

 

Entende-se a Interpretação Teatral como a técnica que ajuda o actor/intérprete a criar e desenvolver personagens num processo criativo. Um trabalho assente nas emoções e memórias vividas, recorrendo-se para o efeito à ajuda de exercícios e práticas. É através desta experimentação que tomamos consciência das nossas lacunas mas também de como podemos ultrapassá-las. Um processo onde se exploram possibilidades expressivas reveladas pelas escolhas (artísticas) que se vão fazendo. Uma aprendizagem articulada a partir da análise e reflexão, teórica e prática, de textos e/ou objectos (conteúdos) que sirvam de ponto de partida para a construção de um discurso artístico próprio.

 

*Esta formação destina-se a todos os que já experienciaram o acto teatral não profissional, mesmo que em pequena duração, como, por exemplo workshops, e que desejem intensificar e desfrutar desta prática. Sugestões de procura: professores, educadores, estudantes que se preparam para audições a escolas de ensino artístico,

profissionais ligados a áreas de animação cultural e aos amantes de Teatro em geral.

Exercício/apresentação 

E porque o Teatro não acontece sem a existência da relação entre um emissor (actor) e um receptor (espectador), é impreterível que se tenha como objectivo numa formação destas a apresentação pública de um exercício, de forma a que os formandos sintam e experienciem de facto o acto de representação, assim como todos os elementos que constituem a ideia de espectáculo. O exercício terá como ponto de partida temática(s) escolhida(s) pelo grupo de trabalho, proposta(s) e levadas à discussão pela formadora e será apresentado em espaço público a definir.


INFORMAÇÃO GERAL          FORMADORA: ANA SALTÃO


Público: Geral M/16
Dia: quintas-feiras
Horário: 20h às 22h
Mensalidade: 35€


Local/Espaço Parceiro:
 Orfeão de Matosinhos
Rua Brito Capelo, 234
(junto à estação do Metro - Brito Capelo)


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NOTA BIOGRÁFICA DA FORMADORA

Ana Saltão, Curso de Actores do IFICT (1989), licenciada pela Escola Superior de Teatro e Cinema (1995). Trabalha como profissional desde 1990. Das companhias com quem trabalhou destaca O Grupo, da qual é membro fundador, O Bando, onde, entre outros trabalhos desta companhia, integrou a “Peregrinação”, espectáculo inserido na Expo98, e a Companhia de Teatro de Almada. Já no Porto, em 2003 recebe apoio para o programa Novos Encenadores, da Fundação Calouste Gulbenkian. Participa em seminários organizados pelo Ensemble – Sociedade de Actores e pelo Dramat (TNSJ). Funda a Acaro- Companhia de Teatro, onde conta com onze encenações. Desenvolve trabalhos para cinema e televisão. É dobradora e dirigiu dobragens. Ao longo da sua carreira também tem desenvolvido trabalho como produtora e programadora cultural. Actualmente assume a produção e programação dos projectos Acaro – Companhia de Teatro e do Contagiarte/Centro de Formação Cultural (CFC). É orientadora das oficinas de TeatroI e Interpretação Teatral, ambas desenvolvidas no CFC. Ainda na área da formação desenvolve um curso de Artes do Espectáculo na Escola Secundária João Gonçalves Zarco, em Matosinhos.


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